Como parte das ações de conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) realizou, nesta terça-feira (16), a “Formação Institucional para Proteção de Magistradas e Servidoras em Situação de Violência Doméstica – Implementação do POP 5”. A solenidade aconteceu no Auditório Desembargadora Olny Silva, em conjunto com a inauguração do Banco Vermelho, instalado na Praça de Serviços do edifício-sede do Tribunal. (Foto ilustração)
As ações reforçam o compromisso do Judiciário baiano com a promoção de uma cultura institucional pautada no respeito, no acolhimento e na proteção das mulheres. Além disso, consolidam, no âmbito do TJBA, a Resolução nº 668/2026 do Conselho Nacional de Justiça, que determina a instituição de protocolo integrado de prevenção e medidas de segurança voltado ao enfrentamento à violência doméstica e familiar praticada contra magistradas, servidoras e demais colaboradoras.
O Banco Vermelho, símbolo internacional de conscientização sobre a violência de gênero, é acompanhado da frase vencedora do concurso “Justiça que escuta, acolhe e protege”. A frase é: “Há silêncios que a Justiça tem o dever de escutar”, de autoria da servidora Michelle Fontenelle Bezerra Guedes Berenguer.
Na avaliação do Presidente do TJBA, Desembargador José Rotondano, garantir a proteção das mulheres que integram o Judiciário é fundamental para que seja possível “acolher o mundo lá fora”. Nesse sentido, a inauguração do banco materializa o pacto de proteção, acolhimento e respeito às mulheres que constroem a história do Tribunal de Justiça da Bahia.
“O banco estará aqui para lembrar a cada pessoa que passar por este prédio que nós não toleramos o silêncio, não aceitamos a opressão e que a segurança das mulheres é uma prioridade absoluta”, destacou. (Fonte: TJBA)


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