A aceleração do dólar ante outras moedas fortes no exterior, em especial o iene e o euro, fez a moeda norte-americana ganhar força também ante as divisas de países emergentes nesta quinta-feira, incluindo o real. (Foto ilustração)
Em paralelo, o mercado monitorava os desdobramentos da derrubada, pelo Congresso, da medida provisória sobre taxação de aplicações financeiras, uma dura derrota para o governo Lula, na noite de quarta-feira.
O dólar à vista encerrou a sessão em alta de 0,61%, aos R$5,3754. No ano, porém, a divisa acumula baixa de 13,01%.
Às 17h03, na B3, o dólar para novembro — atualmente o mais líquido no Brasil — subia 0,70%, aos R$5,4035.
No início do dia, o dólar chegou a oscilar em baixa no Brasil, em sintonia com o recuo da moeda norte-americana ante várias divisas pares do real, como o rand sul-africano, o peso chileno e o peso mexicano.
No entanto, a aceleração do dólar ante outras moedas fortes, como o iene e o euro, acabou empurrando as cotações em outras praças, inclusive no Brasil. (Por Fabricio de Castro)

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