Os preços do petróleo avançaram diante das sinalizações de que o conflito no Oriente Médio pode durar mais tempo do que o esperado, prolongando o fechamento do Estreito de Ormuz, rota responsável pela circulação de 20% da commodity. (Foto ilustração)
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para julho fecharam em alta de 5,78%, a US$ 110,44 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Na máxima, porém, a cotação bateu os US$ 119 o barril.
Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para junho subiram 6,95%, a US$ 106,88 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.
O que mexeu com o petróleo?
Os preços do petróleo seguiram as notícias em relação ao conflito no Oriente Médio.
A commodity seguiu pressionada com a notícia de que o presidente dos EUA, Donald Trump, teve reunião com líderes da Chevron e de outras empresas de energia na terça-feira (28) para falar sobre medidas que poderiam ser tomadas para acalmar os mercados de petróleo se for necessário continuar o bloqueio aos portos iranianos por meses.
O petróleo acelerou o movimento de alta após Trump sinalizar nova ação militar dos EUA, ao afirmar que não será mais “bonzinho”.
Segundo o site Axios, o Comando Central dos EUA preparou um plano para uma onda de ataques contra o Irã, com o objetivo de fazer o país persa negociar um acordo nuclear. (Por Anna Scabello

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