A viagem do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), ao exterior entre junho e julho deste ano foi alvo de polêmica, mas acabou arquivada sem avanço na Justiça. Embora o conteúdo da apuração não tenha sido divulgado, o procedimento foi oficialmente encerrado pelo Ministério Público (MP) por falta de elementos para investigação.
A ausência do prefeito gerou questionamentos por não ter sido formalmente comunicada à Câmara Municipal, como exige a legislação local em casos de viagem internacional. Durante o período, Reis visitou o Vaticano, chegou a participar de agenda oficial e fez publicações nas redes sociais, o que gerou críticas de adversários políticos, especialmente diante da greve dos professores da rede municipal, que já se estendia por dois meses.
Parlamentares da oposição apontaram que o prefeito teria priorizado compromissos pessoais enquanto a cidade enfrentava paralisação escolar e problemas de infraestrutura urbana. Em nota, a Prefeitura alegou que a viagem durou menos de 15 dias, limite legal para transmissão do cargo, e que os custos foram pagos com recursos próprios. (Redação/ Bruno Reis e o Papa Leão XIV no Vaticano)

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