Com o programa Agora Tem Especialistas, o governo federal atende a uma antiga demanda de caminhoneiras e caminhoneiros de todo o Brasil: levar atendimentos de saúde até onde eles estão, como os Pontos de Parada e Descanso (PPDs) localizados ao longo das rodovias do país. Na sexta-feira (6), começou a funcionar no PPD de Pindamonhangaba (SP) a primeira unidade móvel Agora Tem Especialistas Caminhoneira e Caminhoneiro, na qual eles e suas famílias já podem se consultar, se vacinar, se submeter a testes rápidos para ISTs e gravidez, pequenos procedimentos, além de exames cardiológicos e laboratoriais. Não é preciso agendar. Basta parar no PPD e procurar o atendimento. (Foto ilustração)
Além da unidade que está posicionada no km 95 da Via Dutra (BR-116, sentido São Paulo – Rio de Janeiro), outras dez unidades chegarão a PPDs em todas as regiões do país. Com investimento federal de R$ 30 milhões ao ano, a estratégia abrange, em média, 250 mil atendimentos de caminhoneiras e caminhoneiros anualmente. Eles serão recebidos por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e técnicos de análises clínicas.
“O governo do presidente Lula cuida de toda a sua gente. Totalmente equipadas com o que é necessário para oferecer um atendimento de qualidade, essas unidades vão rodar o Brasil levando serviços de saúde voltados para os caminhoneiros e, o principal, vamos até onde eles estão. Isso é importante porque esses profissionais estão em constante movimento. Portanto, mais do que saúde, estamos levando acolhimento”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
O ministro ressaltou que a iniciativa fortalece as políticas de saúde do homem e das populações itinerantes. “Além do atendimento presencial, as unidades móveis também têm estrutura tecnológica com conectividade para a oferta de teleatendimento por equipes multiprofissionais. Pindamonhangaba é só o começo. Vamos levar mais unidades móveis para PPDs que ficam em pontos estratégicos nas rodovias brasileiras, onde as caminhoneiras e os caminhoneiros param para descansar”, disse. (Luciano Velleda)

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