A professora e candidata a deputada federal Dayane Pimentel (União Brasil – foto ilustração) criticou, nas redes sociais, a forma como o governo Lula anunciou o reajuste do Bolsa Família. O benefício mínimo passará de R$ 600 para R$ 691, uma correção de 15,04%, com os novos valores previstos para a folha de outubro. O anúncio ocorreu a 17 dias do primeiro turno das eleições.
Dayane deixou claro que sua crítica não é ao Bolsa Família. Na publicação, ela afirmou que o programa é necessário e ajuda milhões de famílias, mas defendeu que a assistência social venha acompanhada de emprego, qualificação e cursos profissionalizantes. O ponto central da manifestação foi o uso político do benefício. Para a candidata, um reajuste anunciado tão próximo da eleição levanta a discussão sobre a possibilidade de programas sociais serem utilizados como instrumento de influência sobre o eleitor.
“Por que somente agora?”, questionou Dayane na publicação. Ao tratar da atuação do PT, a professora afirmou que políticas sociais devem ser permanentes, responsáveis e voltadas à autonomia das famílias, e não utilizadas como instrumento eleitoral. A expressão “cabresto” resume a crítica feita por ela à relação entre benefício social e disputa política.


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