O senador Otto Alencar (foto ilustração), que preside o PSD na Bahia, hoje com 115 prefeitos, 6 deputados federais, 8 deputados estaduais e umas centenas de vice-prefeitos e vereadores, só tem aumentado o cacife familiar. Além de ser ele [Otto] senador, tem seu irmão Eduardo Alencar deputado estadual, seu filho Otto Alencar Filho deputado federal, e que logo assumirá o TCE. E para as eleições de 2026, mais um filho na disputa para deputado federal: Daniel Alencar. A verdade é que a aliança construída com o PT na segunda eleição de Jaques Wagner (2011/2015) para governador só ampliou os espaços no Estado da família Alencar. Otto Alencar saiu do TCM para ser vice-governador de Jaques Wagner (PT), então governador e a partir daí só passou pelo TCE, TCM e Assembleia Legislativa da Bahia
Quando aliado de ACM
O senador Otto Alencar (PSD) também construiu um legado político quando era o grande cacique político da Bahia Antônio Carlos Magalhães (ACM). Começou em 1985, quando disputou como vice do candidato a prefeito Edvaldo Brito (PTB) e que perdeu as eleições. A partir daí virou deputado estadual, sendo eleito pela primeira vez em 1986. Foi reeleito deputado estadual em 1990 e 1994, sendo o mais votado nas duas eleições. Entre 1990 e 1994, assumiu a Secretaria Estadual da Saúde. Em 2002, Otto foi governador da Bahia de abril a dezembro daquele ano, após a renúncia de César Borges, que foi disputar a eleição para o Senado Federal. Em 2003, foi secretário da Indústria, Comércio e Mineração até 8 de outubro de 2004, quando assumiu o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios, permanecendo no cargo até 30 de março de 2010.

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