O Ministério Público instaurou um procedimento administrativo para acompanhar as investigações sobre a morte de Rihanna Alves, mulher trans assassinada em Luís Eduardo Magalhães. A medida foi adotada pela 3ª Promotoria de Justiça do município após representação apresentada pela deputada federal Erika Hilton (PSol), que solicitou a apuração do caso como possível transfeminicídio e a investigação de eventuais responsabilidades funcionais e criminais relacionadas à não lavratura do auto de prisão em flagrante do autor confesso do crime.
De acordo com o MP, o procedimento foi instaurado em 17 de junho de 2026 e tem como objetivo acompanhar as providências adotadas pelas autoridades responsáveis pela investigação. O caso ganhou repercussão nacional após a morte de Rihanna Alves, de 18 anos, ocorrida em dezembro de 2025, circunstância que motivou manifestações de entidades de defesa dos direitos humanos e representantes do movimento LGBTQIA+.
Com a abertura do procedimento, o Ministério Público passa a acompanhar a apuração dos fatos e a atuação dos órgãos envolvidos no caso. A iniciativa busca esclarecer tanto as circunstâncias da morte de Rihanna Alves quanto os procedimentos adotados pelas autoridades policiais após a confissão do autor, garantindo que eventuais responsabilidades sejam devidamente investigadas dentro dos limites legais. (Da Redação/foto ilustração)

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