Dados do Ministério da Saúde enviados ao Congresso mostram que, entre 2023 e 2025, o governo Lula, o primeiro a ter um Ministério dos Povos Indígenas – chefiado por Sonia Guajajara – registrou 1.121 mortes de indígenas na Terra Yanomami. Causada por doenças e pelo avanço do crime organizado, a tragédia Yanomami nessa gestão petista já é maior que a registrada no mandato de Jair Bolsonaro, no mesmo período: 951 óbitos.
União de forças
O cenário é tão alarmante que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, procurou Damares Alves, a presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, para unir forças numa missão ao território Yanomami, nas próximas semanas, para monitorar a crise.
O dinheiro sumiu
Além do abandono dos indígenas, os senadores querem investigar se a gestão petista desviou o dinheiro que deveria ser usado para proteger os Yanomami. Foram mais de 2 bilhões de reais no atual mandato de Lula, mas parte da verba sumiu misteriosamente. (Radar/Veja/foto ilustração)

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