A Fecombustíveis, que reúne sindicatos patronais que representam cerca de 45 mil postos de combustíveis no país, afirmou ter recebido relatos de que distribuidoras estão elevando os preços, por impacto da alta do petróleo no mercado internacional devido ao conflito no Golfo Pérsico. (Foto ilustração)
De acordo com a entidade, o mercado é livre e cabe a cada posto determinar se irá ou não repassar eventuais aumentos de custos, conforme a lógica da livre concorrência e das estratégias competitivas de cada empresa.
O reajuste relatado ocorre apesar de a Petrobras, que responde por cerca de 70% do abastecimento no Brasil, não ter alterado seus preços.
Mas o mercado também é abastecido por combustível importado e algumas refinarias privadas, que estão reagindo à disparada do petróleo, acrescentou a Fecombustíveis.
“Por isso, os preços nacionais são afetados pelos preços praticados no mercado externo”, afirmou a entidade.
Além do produto importado pelas distribuidoras ou importadores, refinarias privadas como Mataripe (Bahia), Clara Camarão (Rio Grande do Norte) e a do Amazonas geralmente seguem os preços do mercado internacional, disse a Fecombustíveis. (Reuters)

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