O petróleo recuperou as perdas da véspera e fechou em alta de mais de 1%, com apoio dos novos estímulos econômicos na China, a interrupção da produção da commodity no Golfo do México e a escalada das tensões no Oriente Médio. (Foto ilustração)
Nesta terça-feira (24), os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para dezembro, terminaram a sessão com avanço de 1,72%, a US$ 74,47 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para novembro subiram 1,69%, a US$ 71,56 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos Estados Unidos.
O que mexeu com petróleo?
As commodities, em especial o petróleo, ganharam força com estímulos anunciados pelo Banco Central da China (PBoC, na sigla em inglês).
A autoridade monetária chinesa lançou o maior pacote de estímulos econômicos desde a pandemia de Covid-19 para tirar a economia da crise deflacionária e trazê-la de volta à meta de crescimento do governo.
Com foco no mercado imobiliário, o BC reduziu as taxas de juros médias para hipotecas existentes 50 pontos-base e fez um corte na exigência de entrada mínima para 15% em todos os tipos de moradias, entre outras medidas.
O BC chinês também introduziu duas novas ferramentas para impulsionar o mercado de capitais. (Liliane de Lima)

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