Os preços do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira (20), após um dia marcado por volatilidade, com infraestruturas energéticas no Oriente Médio danificadas e o Estreito de Ormuz ainda em grande parte fechado. (Foto ilustração)
O Goldman Sachs apontou que os preços mais altos podem persistir até 2027.
O petróleo Brent de maio fechou em alta de 3,26%, para US$ 112,19 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE). O ganho semanal foi de 8,77%.
Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI, referência nos EUA, de maio, fechou em alta de 1,91%, a US$ 94,74 o barril. Na semana, porém, recuou 4,02%.
“A persistência de vários grandes choques de oferta anteriores reforça o risco de que os preços do petróleo possam permanecer acima de US$ 100 por mais tempo em cenários de risco com interrupções mais prolongadas e grandes perdas persistentes de oferta”, escreveram analistas do Goldman Sachs em nota divulgada na quinta-feira (19).
Os preços do petróleo bruto americano e do Brent divergiram ligeiramente esta semana, após o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter trabalhado para aumentar a produção nos EUA. Os Estados Unidos são o maior produtor de petróleo do mundo, o que protege o país de parte dos recentes impactos causados pela guerra com o Irã, observaram analistas do Deutsche Bank nesta sexta-feira (20).

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