O Ministério Público Federal instaurou um inquérito civil para apurar uma possível irregularidade durante a aplicação do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), ocorrido em 18 de agosto de 2024, no Centro Universitário UNIME, em Lauro de Freitas. De acordo com o MPF, há indícios de que um saco de provas da cor amarela, utilizado no período da tarde na sala 204C, estaria violado antes do início da aplicação.
A investigação foi iniciada com base em dispositivos constitucionais que atribuem ao MPF a responsabilidade de zelar pela regularidade de concursos públicos. O procurador da República, Leandro Bastos Nunes, determinou, como primeiras diligências, a reiteração de um ofício anterior e o envio de cópia da portaria ao representante responsável pela denúncia.
Apesar de o Governo Federal e a Fundação Cesgranrio — organizadora do certame — terem garantido a segurança dos malotes e negado qualquer vazamento das provas, o MPF considera necessário investigar possíveis falhas pontuais. A depender dos resultados, o inquérito poderá gerar medidas administrativas ou judiciais para garantir a lisura do processo seletivo.

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