O futuro do pregão eletrônico nº 012/2026, estimado em cerca de R$ 12 milhões, ficou temporariamente indefinido na prefeitura de Lauro de Freitas, administrada pela prefeita Débora Régis (União Brasil – foto ilustração). O processo, voltado à contratação de serviços de telediagnóstico, teve a análise de um pedido de suspensão adiada pelo TCM após avaliação preliminar do caso.
A disputa envolve críticas feitas por uma empresa do setor, que apontou possíveis restrições no edital, como exigência de experiência prévia em instituições certificadas por programas específicos de acreditação, além da negativa de nova visita técnica após alterações no modelo operacional. Para a denunciante, as regras poderiam reduzir a competitividade e limitar a participação de interessados no certame.
Na análise inicial, o TCM considerou que o processo ainda não reunia elementos suficientes para uma decisão imediata, destacando a ausência do edital completo nos autos como fator que impede exame mais aprofundado da matéria. Com isso, foi determinada a notificação das responsáveis pela licitação e a postergação da análise do pedido cautelar, mantendo o caso em fase de instrução até nova deliberação. (Da Redação)


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