Numa aliança que vem desde 2018, em 2027 tudo caminha para um distanciamento estratégico dos evangélicos, diga-se os membros da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e da Assembleia de Deus, da família Bolsonaro. Tudo depois da fuga para os EUA do senador Flávio Bolsonaro (PL) derrotado nas eleições de outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O vai e vem de pastores em relação a Flávio ocorre em meio ao desempenho abaixo do esperado, em outubro, de políticos ligados ao segmento: enquanto nomes do Bolsonarismo aumentaram suas votações com acenos aos fiéis, parlamentares apoiados por igrejas perderam espaço e acabaram não se reelegendo. Lideranças das maiores igrejas do Brasil, porém, têm procurado demarcar distância de Flávio desde a derrota eleitoral e da publicação de uma carta com teor, após a achegada aos EUA, na semana passada.


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