A Defensoria Pública do Estado Bahia (DPE/BA) participou, nesta sexta-feira (11), do lançamento do projeto Pertencer, do qual passa a fazer parte juntamente com outras 15 instituições públicas. Coordenada pelo Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA), onde ocorreu a solenidade, a iniciativa tem o objetivo de levar uma gama de serviços gratuitos a comunidades em situação de vulnerabilidade da capital e interior do estado. (Foto ilustração)
A defensora-geral em exercício, Mônica Soares, que assinou o termo que efetiva a participação da DPE/BA no Acordo de Cooperação da Rede de Governança Colaborativa da Justiça Cidadã e Restaurativa, destacou que a virtude do projeto é auscultar as pessoas para buscar soluções condizentes com a realidade delas.
“O Pertencer teve uma concepção sensacional de entender que nós precisamos conhecer, criar conexões e conseguir prototipar soluções que sejam mais próximas das realidades que cada pessoas vive nesse território. E essa atuação de todas as instituições ela é a prova cabal da necessidade de que nós pensemos nas resoluções de problemas complexos contemporâneos como uma forma para que o estado saia de uma posição passiva e se dirija ativamente na busca desses serviços”, disse a defensora em discurso.
Nesta primeira etapa, os municípios de Salvador, Juazeiro e Jequié receberão o apoio da rede colaborativa. Na capital baiana, a comunidade da Gamboa será a primeira a participar do Pertencer. A defensora Mônica Soares explicou, ainda, como será o papel da DPE/BA na ação.
“A Defensoria Pública, nesse projeto interinstitucional, vai continuar oferecendo todos os serviços que habitualmente já oferece à população baiana em itinerâncias, em mutirões e nas sedes físicas. O objetivo é que a gente saia dos espaços físicos e vá até a realidade estrutural de cada comunidade para poder perceber quais são os pontos de dificuldade que estão mais agudizados nestes locais e a gente possa fazer as intervenções necessárias”, disse. (Ascom/DPE/BA)

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