O dólar teve um dia de ‘sobe e desce’ com os investidores reprecificando os riscos domésticos de olho nas eleições de 2026 e expectativas sobre o início do afrouxamento monetário. A inflação dos Estados Unidos e decisões de política monetária na Europa ficaram no radar. (Foto ilustração)
Nesta quinta-feira (18), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,5237, com alta de 0,01%.
O movimento acompanhou a tendência externa. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, subia 0,05%, aos 98.413 pontos.
O que mexeu com o dólar?
Política monetária e cenário eleitoral continuaram a movimentar o câmbio, com os investidores reprecificando o risco local somado a remessas para o exterior.
Por aqui, “o sentimento do mercado mudou no início da tarde após a divulgação de noticiário político, que trouxe algum alívio às expectativas eleitorais. A leitura de que a pré-candidatura presidencial ainda está em aberto favoreceu uma melhora marginal do humor”, afirmou Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reafirmou o apoio a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência. (Liliane de Lima)

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