Em um dia sem gatilhos para o mercado de câmbio, o dólar oscilou em margens estreitas nesta segunda-feira e fechou pela segunda sessão consecutiva em alta ante o real, com o mercado de olho no exterior e à espera de dados econômicos previstos para o restante da semana. (Foto ilustração)
Os investidores ficaram de olho em falas de Fernando Haddad, ministro da Fazenda, em evento da B3.
O ministro disse que “não existe um ajuste fiscal possível” se a economia não crescer e que os desafios fiscais e a necessidade de investimentos públicos não se resolvem apenas com o arcabouço fiscal.
Recentemente, os posicionamentos do presidente Lula sobre a necessidade de fazer os preços dos alimentos caírem voltaram a chamar a atenção sobre o quadro fiscal do país.
Em meio à agenda relativamente esvaziada da manhã, o mercado reagiu positivamente quando o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho antecipou, em evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foram criadas mais de 100 mil vagas formais de emprego em janeiro, conforme o Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged). Os números serão divulgados oficialmente na quarta-feira.
A fala de Marinho surpreendeu o mercado, que projetava abertura de 48 mil vagas no mês passado, conforme pesquisa da Reuters. (Felipe Moreira)

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