Barra do Mendes foi palco de uma série de denúncias contra a administração municipal, mas nenhuma delas resultou em investigação formal. Entre os casos estavam a rejeição das contas de 2020 do ex-prefeito, suspeitas de irregularidades trabalhistas e uso inadequado de veículos e acúmulo de cargos. Apesar do alarde, o Ministério Público entendeu que faltavam elementos concretos para prosseguir com apurações.
O promotor Tiago Alves Pacheco, responsável pela análise dos casos na cidade, apontou fragilidades em todas as denúncias. No caso das contas rejeitadas, o julgamento político-administrativo do Legislativo local e o parecer do Tribunal de Contas dos Municípios já haviam analisado os fatos. Já as denúncias trabalhistas e as acusações de “pejotização” e desvio de função foram consideradas sem provas consistentes que justificassem abertura de investigação.
Denúncias anônimas sobre acúmulo de secretarias e uso irregular de veículos também foram arquivadas. Segundo o Ministério Público, não havia indícios de dano ao erário ou violação de direitos que pudessem ser tutelados judicialmente. Com isso, todas as denúncias foram indeferidas, encerrando temporariamente a onda de suspeitas que rondava a administração municipal. (Da Redação)

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