As entrevistas concedidas pelo senador Jaques Wagner e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, ambos do PT, na rádio Metrópole FM, em que deixaram claro que haverá uma chapa com três petistas na majoritária [governador e as duas vagas de senador] deu o que falar dentro e fora do Governo do Estado. O senador Ângelo Coronel (PSD – foto ilustração), candidato à reeleição e que deve ser o maior prejudicado, já que só há duas vagas na disputa e no governo pode haver três nomes, disse que os dois falaram pelo PT. E pelo PSD quem fala são os filiados.
“Eu acho que o PT é um partido grande, tem hoje um governador que é Jerônimo e um senador que é Jaques Wagner. Tem o direito de pleitear qualquer cargo político nas próximas eleições, como também o nosso partido, o PSD, tem a mesma prerrogativa, que está dentro da Constituição. Agora evidente que essa questão vai ser discutida lá na virada do ano, que as eleições ainda faltam um ano e três meses. Tem muita água a rolar debaixo dessa ponte”, declarou o senador.
Ele disse que não vê nada demais que qualquer partido, qualquer cidadão diga, eu quero disputar a eleição. “E não é só dentro do PT que tem os candidatos. Tem do PSD, MDB que disputam o seu espaço. A base da oposição também. O importante é que nós vamos dar a oportunidade lá na frente de formar essas composições e que o povo escolha a melhor para governar a Bahia e para representar a Bahia no Senado Federal também”, disse Coronel.
Ainda sobre o direito de disputar a reeleição, Ângelo Coronel afirmou: Agora tirar o direito de qualquer partido de disputar ou promover os seus nomes isso não existe. A Constituição está aí clara para isso. Não estamos numa ditadura, onde chega alguém bate na mesa e diz meu candidato é fulano e acabou. Esse tempo já foi. Hoje os partidos são livres e independentes para lançar os seus candidatos, caso não venha a ter uma união”. (Dia a Dia/Miro Nascimento)

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