A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia (foto ilustração), defendeu na segunda-feira (2) conduta “ética e transparente” dos magistrados. Em discurso de abertura do ano eleitoral, a também ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) disse que “questões especificas” impõem aos juízes eleitorais “comportamento ainda mais rigoroso” durante o pleito deste ano.
Para Cármen Lúcia, a conduta “ética e transparente” dos magistrados quanto às suas “ações, motivações e decisões” confere legitimidade à “atuação do Judiciário” e garante a “lisura” das eleições. A presidente do TSE acrescentou também que a “democracia impõe ética, transparência e eficiência no atuar” da Justiça.
“A desconfiança nos órgãos e nos agentes do Poder é um desassossego para a cidadania e um fator de instabilidade jurídica, social, política, econômica e também eleitoral”, declarou.
A presidente do TSE disse ser esperado dos partidos políticos que “igualmente” desempenhem suas funções no “ambiente da legalidade, da moralidade e na clareza pública de seus comportamentos”. Sobre o papel do Ministério Público Eleitoral, a ministra afirmou que o órgão terá de trabalhar com “celeridade, apego ao direito e competência” durante o pleito. Cármen Lúcia ainda destacou o papel de advogados e da imprensa para a manutenção da confiança na Justiça Eleitoral e nas eleições.
Sobre as “tecnologias”, a presidente do TSE disse que elas podem ser “aproveitadas abusivamente” para adquirir “conhecimentos e informações”. No entanto, Cármen Lúcia ponderou que as plataformas de mídias também podem “contaminar processos formais estabelecidos”. “Estamos neste ano Judiciário Eleitoral trabalhando incessantemente para que todas as novidades tecnológicas possam ter resposta preferencialmente preventiva, mas também pode ser repressiva”, comunicou. (Fonte: TSE)

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