O governo brasileiro monitora com preocupação o cenário em Cuba diante da possibilidade de endurecimento das sanções por parte dos Estados Unidos. (Foto ilustração: Lula e o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel)
A avaliação interna é de que uma escalada de tensões pode gerar impactos não apenas no país caribenho, mas em toda a região.
Atualmente, o Brasil mantém ajuda humanitária à ilha, com envio de alimentos e medicamentos.
Por outro lado, evita medidas que possam violar sanções internacionais, como o fornecimento de petróleo, o que limita a capacidade de atuação direta.
Integrantes do governo alertam que um agravamento da crise pode afetar rotas comerciais e logísticas no Caribe, além de ampliar a instabilidade política regional.
O tema é tratado como um possível foco secundário de tensão geopolítica, em um momento de disputas mais amplas entre grandes potências. (Armando Holanda)


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