“Durante o Carnaval, basta um momento de descuido para que a criança se afaste. Por isso, a identificação é algo extremamente sério. Muitas crianças desaparecem no dia a dia, então é fundamental ter algum tipo de identificação para facilitar que sejam localizadas”, afirmou o empresário esportivo Antônio Santos, ao elogiar a iniciativa do Ministério Público da Bahia. “Quero parabenizar vocês pelo trabalho, é essencial realizar esse tipo de ação”. A declaração foi feita no circuito Osmar, no Campo Grande, em Salvador, ao encontrar a equipe do MPBA que realizava a distribuição de pulseiras de identificação voltadas à proteção de crianças e adolescentes nos circuitos da festa. Ao longo dos dias de folia, promotores de Justiça e servidores distribuíram cinco mil pulseiras. (Foto ilustração)
A foliã Mércia Silva compartilha da mesma opinião. Segundo ela, a identificação traz mais tranquilidade às famílias. “Em um instante de distração, a criança pode sair de perto e é importante ter essa identificação para não ficarmos desesperados. Com o número de telefone na pulseira, conseguem entrar em contato com a gente, que é mãe”, destacou. A iniciativa integrou as ações do MPBA durante o plantão integrado do Carnaval, realizado entre os dias 12 e 18.
O Ministério Público da Bahia também apresentou diretrizes de atuação durante capacitação de conselheiros tutelares e distribuiu 630 cartazes, 9.000 panfletos e 5.000 prismas informativos como parte das ações de prevenção. Os materiais foram entregues na rede hoteleira dos circuitos, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), nos blocos e camarotes e também no Terminal Rodoviário de Salvador, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, reforçando a rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, que atua durante todo o ano e tem suas ações intensificadas no período carnavalesco. (Fonte: MPBA)

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