Patrimônio Imaterial de Feira de Santana e um dos mais importantes eventos do calendário católico da Bahia, a Caminhada do Perdão 2026, promovida pela Arquidiocese de Feira de Santana, será realizada no dia 1º de março, segundo domingo da Quaresma, com expectativa de reunir cerca de 50 mil participantes. (Foto ilustração)
Na manhã desta quarta-feira (28), o secretário municipal de Comunicação Social, Joilton Freitas, recebeu em seu gabinete o coordenador do evento, padre Hipólito Gramosa dos Santos, acompanhado de outros membros da comissão organizadora. Durante o encontro, o secretário garantiu o apoio da Prefeitura na divulgação institucional da Caminhada do Perdão e destacou a importância do evento para o município, tanto pelo seu valor religioso quanto pelo impacto cultural e social para a cidade.
A concentração da Caminhada ocorrerá no Santuário Santo Antônio (Capuchinhos), a partir das 7h, com a celebração da Santa Missa, presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Zanoni Demettino Castro, e concelebrada pelo arcebispo emérito, Dom Itamar Vian, além de padres e diáconos da Arquidiocese.
Com o tema “Fraternidade e Moradia Digna”, a 12ª edição da Caminhada do Perdão está em sintonia com a Campanha da Fraternidade, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A organização estima a participação de caravanas das 46 paróquias do município, além de fiéis de cidades circunvizinhas.
Percurso e significado
Uma das novidades deste ano é o percurso. Após a Celebração Eucarística, os fiéis seguirão pela Avenida Presidente Dutra, retornando à Rua JJ Seabra, com destino ao Santuário Senhor dos Passos, que volta a integrar a programação. Em seguida, o trajeto segue pela Avenida Getúlio Vargas, passando pela Rua Conselheiro Franco, até a Catedral Metropolitana de Sant’Ana, onde acontece o encerramento solene com a bênção do Santíssimo Sacramento.
O percurso, com aproximadamente quatro quilômetros, simboliza a caminhada de conversão, reconciliação e compromisso cristão, traduzindo a fé em passos concretos e em atenção às realidades sociais, conforme o espírito quaresmal.
Segundo Dom Zanoni, a Caminhada convida os fiéis à transformação pessoal e coletiva. “Caminhar significa reconciliar-se com Deus, com os irmãos, consigo mesmo, com a cidade e com a criação. Não há perdão autêntico sem justiça e sem olhar para os que sofrem”, destacou. (Secom)

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