A força, as marcas, o legado da história de Canudos foram rememorados ontem, dia 12, durante a programação da ‘Semana do MP 2025’. O painel intitulado ‘Canudos, essa história não pode morrer’ reuniu especialistas da área jurídica, acadêmica e das arte cênica para falar sobre a história que é de todos os brasileiros. O procurador-geral de Justiça Pedro Maia presidiu o painel, que teve a participação do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Carlos Augusto Pires Brandão, do subprocurador-geral da República Augusto Aras, do diretor do Campus Avançado da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) em Canudos, professor doutor Luiz Paulo Neiva, e do cineasta Antônio Olavo. (Foto ilustração)
Os painelistas foram unânimes em destacar a relevância do legado histórico da terra fundada por Antônio Conselheiro. O PGJ Pedro Maia lembrou que é preciso olhar para Canudos e para essa Bahia de hoje e verificar que “o sertanejo é, antes de tudo, um forte. Mas o sertanejo precisa do Estado brasileiro, do Estado da Bahia, dessa Instituição que eu chamei de MP do Futuro”. O MP da Bahia, complementou ele, está atento e presente na vida das pessoas e das comunidades para “transformá-las de forma positiva”. Para o PGJ, “a história de Canudos está viva na história do Brasil e deve ser sempre reverenciada”. O subprocurador-geral Augusto Aras lembrou que, ao longo de toda a história, Canudos não se rendeu e, atualmente, é sede de uma microrregião em pleno desenvolvimento. (Fonte: MPBA)

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