O mínimo que se exige de um candidato a uma cadeira no Supremo Federal é que ele seja honesto, intelectualmente preparado e tenha independência suficiente para ter apenas a Constituição como farol de suas decisões. Faz tempo, porém, que esses critérios deixaram de ser observados isoladamente. A perspectiva de contar com a lealdade, a simpatia ou a gratidão dos futuros ocupantes do cargo tem sido determinante no processo de seleção. Em seu terceiro mandato, Luiz Inácio Lula da Silva (foto ilustração) escolheu Cristiano Zanin, seu advogado pessoal, para ocupar uma das vagas. A segunda que surgiu foi preenchida por Flvio Dino, ex-ministro da Justiça e seu amigo há décadas. Na semana passada, o presidente indicou o atual advogado-geral da União, Jorge Messias, para lugar do ministro Luís Roberto Barroso. (Fonte: Larrisa Borges/Veja)
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