Os preços do café encerram a sessão desta terça-feira (28) em lados opostos nas bolsas internacionais. Segundo o Barchart, os futuros em NY ampliaram hoje a queda em relação à máxima de 8,5 meses registrada na última quinta-feira, atingindo uma nova mínima em duas semanas diante previsões de chuvas nesta semana nas principais áreas produtoras de café do Brasil, o que aliviaria parcialmente as condições de seca da semana passada. A esperança de alívio das tarifas americanas sobre as importações do café brasileiro mantém também a pressão sobre os futuros. (Foto ilustração)
Boletim do Escritório Carvalhaes, será muito bom para o Brasil, e para os EUA, a retirada do tarifaço sobre a compra dos grão brasileiros pelas indústrias e importadores americanos, mas os demais fundamentos de mercado continuarão os mesmos: as incertezas climáticas, que seguem afetando a produção do Brasil e dos demais países produtores; os baixos estoques globais, e a expressiva queda em 2025 dos embarques de café do Brasil.
De acordo com o analista de mercado da Archer Consulting, Marcelo Moreira, no médio prazo o mercado continua de olho nas chuvas e no clima. O clima seco e frio durante os últimos 10 dias continuou castigando as primeiras floradas e o risco do abortamento segue elevado. (Por Raphaela Ribeiro)

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