Os preços do petróleo fecharam estáveis nesta quinta-feira, depois de atingirem o maior patamar em sete semanas na sessão anterior, com a Rússia restringindo as exportações de combustível até o final do ano. (Foto ilustração)
Os ganhos, entretanto, foram limitados por novos dados econômicos dos Estados Unidos, que moderaram o otimismo em relação a novos cortes nas taxas de juros.
Os contratos futuros do Brent subiram 0,16%, para fechar a US$69,42 por barril, enquanto os contratos futuros do West Texas Intermediate dos EUA caíram 0,02%, a US$64,98.
Ambos os índices de referência ganharam 2,5% na quarta-feira, atingindo o valor mais alto desde 1º de agosto, impulsionados por uma queda surpreendente nos estoques semanais de petróleo dos EUA e por preocupações de que os ataques da Ucrânia à infraestrutura de energia da Rússia possam interromper o fornecimento. O petróleo recebeu mais apoio depois que o vice-primeiro-ministro russo, Alexander Novak, disse nesta quinta-feira que o país introduziria uma proibição parcial sobre as exportações de diesel até o final do ano e estenderia uma proibição existente sobre as exportações de gasolina, após uma série de ataques de drones ucranianos às refinarias russas. (Por Nicole Jao)

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