Os preços do café encerram a sessão desta segunda-feira (04) com ganhos nas bolsas internacionais. Segundo o Barchart, a valorização do real impulsionou os preços, após a moeda brasileira atingir a máxima em 3,5 semanas em relação ao dólar. O real mais forte desestimula as exportações dos produtores de café do Brasil. (Foto ilustração)
Para o analista de mercado do Escritório Carvalhaes, Eduardo Carvalhaes, a volatilidade do mercado segue por conta dos baixos estoques (tanto nos países produtores como nos consumidores), e ficou mais intensa com a taxação de Trump.
Relatório da Pine Agronegócios destaca que as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos ao café brasileiro produz impacto moderado nesse momento, tendo em vista que os compradores americanos já estavam ausentes das compras e estão em completo compasso de espera.
“Muitos participantes do mercado esperam que até o dia 06/08/25 seja anunciado que o café entre também na lista de exceção das tarifas adicionais,contudo, caso não ocorra, os compradores americanos poderão viver um cenário muito negativo na originação, onde encontrarão a Colômbia com oferta restrita e nenhum outro grande país capaz de cobrir o Brasil e ainda com fundos ainda bem comprados estoques baixos, o que pode ser um grande fator altista para os futuros em NY”, completou o documento. (Por Raphaela Ribeiro)

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