O dólar perdeu força mesmo com a proximidade do tarifaço dos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros. O otimismo de algum avanço nas negociações com a Casa Branca, a expectativa para a decisão de política monetária e o recuo na curva de juros futuros deram um “alívio” para o câmbio. (Foto ilustração)
Nesta terça-feira (29), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5695, com queda de 0,36%.
O movimento destoou da tendência vista no exterior. Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, subia 0,26%, aos 98,893 pontos.
O que mexeu com o dólar?
O real ganhou força ante o real com uma combinação de fatores nesta terça-feira (29): algum otimismo nas negociações comerciais entre Brasil e os Estados Unidos (EUA) e a forte valorização das commodities no mercado internacional — com destaque para o petróleo Brent que avançou mais de 3%.
O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Luis Rua, afirmou que o governo trabalha em duas frentes para encontrar uma “solução” para o tarifaço. (Liliane de Lima)

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