A moeda abriu em queda nesta quinta-feira, 26, e perdeu mais força após o Banco Central vender a oferta integral de US$ 3 bilhões em leilão à vista que havia anunciado ainda na segunda-feira.
Por volta das 11:00h, no entanto, já beirava os R$ 6.1753, um recuo de apenas 0,29%.
Na segunda-feira, 23, a moeda americana voltou a subir forte (1,87%), fechando a R$ 6,186, mas com o dólar futuro já testando patamares acima de R$6,20.
A alta do dólar tem a ver com o efeito da sazonalidade das remessas de fim de ano, mas é, especialmente, uma reação aos ruídos em torno do ambiente fiscal.
Para tentar conter a alta da moeda, o BC tem agido. A autoridade monetária já havia injetado US$ 16,76 bilhões no mercado apenas com leilões à vista (quandão não há compromisso de recompra), antes do leilão de hoje.
Em coletiva a jornalistas na última semana, Gabriel Galípolo, diretor de Política Monetária e futuro presidente do BC (assume em 2025), afirmou que não há ‘guidance’ sobre a atuação da autoridade monetária no câmbio.
Em meio à nova escalada da divisa, o Google voltou a apresentar cotação incorreta. Na quarta-feira, quando não havia operçaão no mercado, o buscador mostrava a cotação em R$ 6,38. Por isso, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou o Banco Central (BC) sobre “possível informação incorreta de cotação do dólar” no Google. (agencia22)

No Comment! Be the first one.