Ter uma coalisão que envolva a situação e oposição no parlamento é salutar em qualquer democracia. O problema é buscar a oposição para afrontar o grupo da situação. Na Câmara Municipal, o grupo da base do prefeito eleito José Ronaldo (foto ilustração) tem 15 vereadores, mas há uma movimentação para a criação de uma chapa (quando nada é o que circula na imprensa) que tenha parte da oposição, em busca da presidência da Casa [eleição que ocorrerá dia 1º de janeiro de 2025] evidentemente, com parte da situação. Para quem está iniciando um novo mandato é perigoso. Até porque a oposição já percebeu o “jogo” e claro, quer é derrotar a base do governo já no primeiro momento da legislatura, assim que tomarem posse. José Ronaldo, raposa velha que já passou por muitas eleições na Câmara Municipal de Feira de Santana, a seu estilo, mantém-se silencioso e com apenas uma posição: que o eleito saia do grupo dos 15. Evidente que ele não disse que a disputa saia do grupo dos 15, mas a unidade com um só nome. Parece que não entenderam.
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