O dólar à vista ganhou força com a expectativa de juros mais altos nos EUA e o barril do petróleo Brent acima de US$ 100 alimentando preocupações sobre a pressão inflacionária na economia global. (Foto ilustração)
Nesta quinta-feira (24), a divisa encerrou o dia a R$ 5,1937, com alta de 0,49%, no mercado à vista.
O movimento local acompanhou o desempenho do dólar global. Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara a moeda a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com avanço de 0,16% aos 101.260 pontos.
O que mexeu com o dólar?
O estresse na curva de juros dos Estados Unidos fortaleceu a moeda norte-americana.
Os rendimentos dos títulos do Tesouro, os Treasuries, mantiveram a trajetória de alta e renovaram máximas históricas, com precificação de novas altas altas nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) após novos dados. Em destaque, o rendimento do título de 30 anos atingiu 5,446%, no maior nível desde junho de 2004. (Por Liliane de Lima)

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