Uma denúncia grave sobre o transporte escolar de Serra Preta, registrada após um episódio ocorrido em 11 de dezembro de 2025, provocou a redistribuição de um procedimento investigativo em Feira de Santana. O relato aponta que estudantes estariam sendo transportados em condições precárias, incluindo uso de compartimento de bagagens para levar crianças, pneus desgastados, ausência de tacógrafo e até motoristas sem habilitação adequada.
O caso chegou inicialmente ao Ministério Público Federal, que encaminhou a apuração ao Ministério Público da Bahia. Ao analisar o conteúdo, a 21ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público entendeu que a situação não envolve suspeita de desvio de dinheiro público, mas sim falhas na prestação de um serviço essencial ligado à educação. Por esse motivo, o processo não permanecerá na área responsável por investigar improbidade administrativa.
A decisão, assinada pelo promotor substituto Geraldo Zimar de Sá Júnior, determinou que o caso seja redistribuído para uma das Promotorias com atuação específica na defesa da Educação, que deverá dar continuidade às providências. O edital também informa que há prazo de 10 dias para eventual recurso ao Conselho Superior do Ministério Público. (Da Redação)

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