Coube aos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) saírem em defesa do ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, no episódio envolvendo o escritório da família, que foi contratado pelo Master de 2023 a agosto de 2025, recebendo R$ 5 milhões do banco para prestação de consultoria jurídica. O ministro ficou no comando da Justiça de fevereiro de 2024 a 9 de janeiro deste ano. Interessante é que o argumento de Ricardo Lewandowski quanto ao seu afastamento da consultoria foi que ficou a cargo do seu filho a continuidade do trabalho. Ficou em casa. Já o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, estão sendo denunciados pelos dois ministros por ter recebido dinheiro nas campanhas eleitorais de 2022. Quando é aliado tudo pode, quando não é…
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