Os preços do café encerram a sessão desta segunda-feira (10) em lados opostos nas bolsas internacionais, com o arábica em NY registrando alta de mais de 1% nos futuros mais próximos. (Foto ilustração)
Segundo o Barchart, sinais de menor oferta global, após a Organização Internacional do Café (OIC) divulgar que as exportações globais de café para o atual ano comercial (outubro-setembro) caíram 0,3% em relação ao ano anterior, para 138,658 milhões de sacas, e o suporte da valorização do real, que atingiu hoje a maior cotação em cinco semanas em relação ao dólar, consolidaram os ganhos do café arábica. Já o robusta, avaliações iniciais indicam que o tufão Kalmaegi, que atingiu o Vietnã na semana passada, não causou danos significativos às regiões produtoras de café do país.
De acordo com boletim do Escritório Carvalhaes, até agora não houveram avanços nas negociações entre Brasil e EUA, para a retirada do tarifaço de 40% nas exportações dos cafés brasileiros aos Estados Unidos. Porém, o mercado cafeeiro se mantém pressionado pelos demais fundamentos: incertezas climáticas no Brasil e demais países produtores que seguem afetando a produção cafeeira mundial e os baixos estoques globais.
O arábica encerra o pregão registrando alta de 695 pontos no valor de 414,75 cents/lbp no vencimento de dezembro/25, um ganho de 730 pontos no valor de 393,15 cents/lbp no de março/26, e uma valorização de 725 pontos negociado por 378,20 cents/lbp no de maio/26. ( Por Raphaela Ribeiro)

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