Os preços do café fecham a sessão desta terça-feira (14) em lados opostos nas bolsas internacionais, com o arábica atingindo a maior alta em 3 semanas, devido aos indícios de seca severa na principal região produtora do Brasil. (Foto ilustração)
Já os futuros do robusta estão pressionados com a previsão de chuvas abundantes para o Vietnã. “O Planalto Central do Vietnã, a principal região produtora do país, deve receber chuvas acima da média até 20 de outubro, o que deve favorecer o desenvolvimento das lavouras e a produtividade do café. A província de Dak Lak deve receber 70 mm de chuva na próxima semana, em comparação com a média histórica de 61,3 mm”, completou ainda o portal.
O Climatempo informou na segunda-feira (13) que o estado de Minas Gerais recebeu 20,2 mm de chuva durante a semana encerrada em 11 de outubro, ou 48% da média histórica o que mantém preocupações com a safra durante a fase crítica de floração.
De acordo com boletim do Escritório Carvalhaes, as incertezas climáticas que continuam afetando a produção do Brasil e dos demais países produtores, os baixos estoques globais, a expressiva queda em 2025 dos embarques de café do Brasil (quando comparada às nossas exportações em 2024) e os embates políticos entre as principais economias do mundo, geram insegurança aos operadores de mercado e à cafeicultores e industriais. (Por Raphaela Ribeiro)

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