No poder municipal desde 2001 em Feira de Santana, o grupo liderado pelo prefeito José Ronaldo (União Brasil – foto ilustração) vive um momento de dificuldade para a eleição da sua chapa de deputados estaduais em 2026. Os chamados puxadores de votos, nomes de alta densidade eleitoral, sem perspectiva. Entre os nomes postos há o deputado estadual José de Arimateia (Republicanos), que tem a maioria dos seus votos vindo da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), Pastor Tom (Solidariedade), que já foi deputado estadual, mas sem sucesso em 2022, os vereadores Lulinha da Conceição (União Brasil), Jurandy Carvalho (PSDB) e Pedro Américo (Cidadania), até aqui sem comprovação de que podem ter uma votação expressiva no município.
Enquanto isso, a oposição tem o deputado estadual Binho Galinha [sempre em primeiro nas pesquisas de opinião], Jhonatas Monteiro (PSOL), deputado estadual Ângelo Almeida (PSB), mais os vereadores Luiz da Feira (PP) e Silvio Dias (PT), esse último candidato a deputado estadual pela primeira vez.
E de fora, o deputado estadual Robinson Almeida (PT) que sempre tem mais de 10 mil em Feira de Santana, além do prefeito de Conceição da Feira, João de Furão (PSD), os ex-prefeitos Thiago Gileno de Ponto Novo (PSD), Silva Neto (PDT) de Araci, todos com forte presença no município atualmente.

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