Depois de dois dias de ganhos consecutivos, o Ibovespa (IBOV) perdeu o ritmo e opera com queda de quase 2% nesta quarta-feira (12), em um dia de forte aversão ao risco puxado pelo exterior. (Foto ilustração)
Por volta de 14h (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira bateu mínima intradia com queda de 1,90% e aos 124.115,91 pontos.
No cenário doméstico, as ações pesos-pesados aceleram as perdas do Ibovespa, com os holofotes do mercado sobre os bancos. No exterior, os dados de inflação acima do esperado nos Estados Unidos e a continuidade das perdas do petróleo aumentam o tom negativo.
Bancos puxam Ibovespa
Os bancos, que formam o segundo setor com maior peso no Ibovespa, operam com queda expressiva, puxada pelo desempenho das ações do Bradesco (BBDC4) .
Os papéis BBDC4 registram cerca de 5% e figuram como os mais negociados na B3, em reação ao duplo rebaixamento de recomendação de compra para venda pelo Goldman Sachs.
A equipe do Goldman Sachs revisou as estimativas sobre o banco depois dos resultados do quarto trimestre de 2024, divulgados na semana passada. Entre as mudanças, os analistas consideram que o retorno sobre o patrimônio (ROE, na sigla em inglês) permanece abaixo do seu custo de capital (COE) em uma base anual até 2027, atrás do Itaú (ITUB4) e do Santander Brasil (SANB11) (Liliae de Lima)

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