Nesta quarta-feira (10), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,69%, aos 159.074,97 pontos. (Foto lustração)
No cenário doméstico, a cena política continuou no radar. As atenções, porém, ficaram mais concentradas nas decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.
Por lá, o Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) cortou os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, como o esperado. Essa foi a terceira redução consecutiva.
A decisão, mais uma vez, não foi unânime: Stephen Miran votou pelo corte de 0,50 ponto percentual, enquanto Austan Goolsbee e Jeffrey Schmid optaram por manter o Fed Funds na faixa de 3,75% a 4,00% ao ano. Sendo assim, o placar ficou 9 a 3, a maior dissidência desde setembro de 2019.
Por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve manter a Selic em 15% ao ano pela quarta vez consecutiva. A decisão será divulgada ainda hoje, logo após o fechamento dos mercados. (Liliane de Lima)

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