Depois de engatar 15 altas consecutivas e renovar recordes por 12 sessões seguidas, o Ibovespa (IBOV) fez uma ‘breve’ pausa no ritmo de ganhos, pressionado por recalibragem das expectativas sobre a Selic, forte queda do petróleo e balanços corporativos. (Foto ilustração)
Nesta quarta-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações em novo recorde nominal com queda de 0,07%, aos 157.632,90 pontos.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reforçou que a autoridade monetária continua perseguindo a meta de inflação de 3% e que as comunicações não significam os próximos passos do BC.
Segundo ele, é natural que exista debate no mercado sobre os próximos passos da política monetária, mas deixou um recado para quem busca pistas nas comunicações do BC: “Nossas comunicações e ações se baseiam em fatos e em dados. Portanto, se alguém entendeu que alguma declaração nossa foi um sinal sobre o que o BC pode vir a fazer no futuro, entendeu errado”.
Entre os dados, o setor de serviços cresceu 0,6% em setembro na comparação mensal, marcando o oitavo mês consecutivo de alta e renovando o ápice da série histórica. O número também ficou acima da expectativa do mercado. (Lilian de Lima)

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