Instituição vinculada ao Ministério da Saúde, a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) alcançou um recorde histórico na coleta do plasma, componente essencial para a produção de medicamentos hemoderivados. A dois meses para o fim de 2024, a captação e exportação do plasma já ultrapassou o total obtido no somatório de 2023. (Foto ilustração)
De janeiro a outubro de 2024 foram coletados 160,9 mil litros de plasma, superando a meta estipulada pelo contrato com a empresa parceira para 2024 (de 150 mil litros) – e ficando 7,2% acima do volume captado em 2023. A estimativa da organização é fechar o ano com cerca de 200 mil litros captados. No Dia do Doador de sangue, celebrado nesta segunda-feira (25), os números atingidos representam um marco para a saúde pública brasileira e para o papel estratégico da Hemobrás no país.
A produção recorde impactará de forma positiva o abastecimento da produção nacional com produtos da Hemobrás. “As conquistas da Hemobrás refletem o compromisso da empresa com a saúde pública e com o Sistema Único de Saúde (SUS), nosso único cliente”, diz a presidente da empresa, a médica Ana Paula Menezes.
“Ao garantir o aumento do volume de captação e exportação do plasma, da produção e do fornecimento de medicamentos hemoderivados para todo o país, estamos aprimorando a cada dia a missão de levar mais saúde e qualidade de vida à população brasileira”, explica.
O volume de plasma coletado e exportado até outubro de 2024 vai além do compromisso da Hemobrás com o fornecimento da matéria-prima para a Octapharma, parceira brasileira na produção de medicamentos hemoderivados. Assim, reforça uma superação gradual das metas desde o início da parceria. No primeiro ano do contrato (em 2022), a previsão era de 50 mil litros coletados, e a Hemobrás enviou mais de 60 mil litros. No segundo ano, em 2023, a previsão era de 100 mil litros; foram enviados 146 mil litros.
Em 2024, conforme contrato com a parceira, a meta era de 150 mil litros, volume que já foi superado. No último ano do contrato, em 2026, a meta é de 300 mil litros de plasma exportado. Todo volume de plasma exportado volta para o Brasil beneficiado, em forma de medicamento para os brasileiros, sendo acompanhado por rigoroso sistema de rastreamento.
Para alcançar o resultado no quesito captação, a empresa tem investido na qualificação de hemocentros em todo o país, na ampliação da capacidade de armazenamento de plasma e no aperfeiçoamento dos processos para evitar o descarte do plasma em virtude de problemas no transporte dos hemocentros até o Complexo Fabril de Goiana (PE). (Fonte: MS)

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