A atuação da diretora da APAE de Gandu, Judileide Almeida, durante o período pré-eleitoral de 2024 está sendo investigada após denúncias de condutas irregulares envolvendo a estrutura da instituição. Entre os dias 24 e 26 de setembro do ano passado, ela teria convocado funcionários e pais de alunos para uma reunião política com uma candidata apoiada pela atual gestão municipal, além de supostamente coagir servidores e condicionar o recadastramento de estudantes à apresentação do título de eleitor.
As acusações também indicam que foram feitas ameaças relacionadas à continuidade do convênio entre a APAE e a prefeitura, caso os envolvidos não atendessem às exigências. As condutas atribuídas à diretora podem configurar abuso de poder político, assédio eleitoral e uso indevido de entidade conveniada ao poder público para fins eleitorais.
Diante da gravidade dos relatos, o caso passou a ser formalmente acompanhado por meio de um procedimento administrativo instaurado pelo Ministério Público Eleitoral, que vai avaliar os fatos e tomar as medidas cabíveis. (Da Redação)

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