Problemas na venda de passagens do sistema ferry-boat entre Salvador e Itaparica levaram à instauração de um procedimento para apurar a regularidade do serviço. Usuários têm relatado dificuldades para adquirir bilhetes, falta de transparência nos horários e preços, além de falhas operacionais durante os períodos de maior demanda. (Foto ilustração)
A fiscalização do sistema ferry-boat tem sido uma preocupação constante das autoridades, devido a diversas irregularidades identificadas em inspeções anteriores. Em 2024, o Ministério Público da Bahia constatou problemas como a falta de licença do Corpo de Bombeiros no Terminal Marítimo de São Joaquim, ausência de saídas de emergência, deficiências de acessibilidade e condições sanitárias inadequadas nas embarcações. Além disso, a Companhia de Defesa do Consumidor (Codecon) aplicou uma multa de R$ 1 milhão à empresa Internacional Travessias em razão de falhas na prestação do serviço ao consumidor .
Por conta desses problemas, o Ministério Público determinou a instauração do procedimento administrativo para monitorar e avaliar as ações corretivas implementadas pela concessionária, visando à regularização dos serviços prestados e à proteção dos direitos dos consumidores. O acompanhamento contínuo das medidas adotadas será essencial para assegurar que o sistema ferry-boat opere de forma eficiente, segura e em conformidade com as normas estabelecidas. (Da Redação)

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