A escolha do vice é decisão estratégica frequentemente subestimada. Um vice bem escolhido amplia a base eleitoral, trazendo credenciais que a cabeça da chapa não possui – penetração regional, legitimidade setorial, ou ponte com segmentos resistentes. Alguns vices passam despercebidos, sem marca positiva ou negativa. Na eleição de outubro, a definição do vice será crucial para quem disputar fora do campo governista na Bahia. A história mostra que eleições não se perdem apenas por grandes erros. Às vezes, perdem-se por não ir à casa certa, no dia certo, fazer o convite certo. (colaboração: Murillo de Aragão)
Escolha do vice é decisão estratégica frequentemente subestimada
21 de fevereiro de 2026

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