Depois do golpe, o contragolpe. Uma reunião entre Antonio de Rueda e Elmar Nascimento, do União Brasil, e Gilberto Kassab e Antonio Brito, do PSD, selou uma aliança na disputa pela sucessão de Arthur Lira na presidência da Câmara para resistir a Hugo Motta, do Republicanos, e definiu a estratégia para, em fevereiro de 2025, superá-la: apostar na polarização entre o PT de Lula e o PL de Jair Bolsonaro.
Reunidos em São Paulo na quarta-feira à noite – à exceção de Brito, que participou por telefone – , os recém-aliados avaliaram que Motta formou um “bloco de oposição” com o PP de Ciro Nogueira, ex-ministro de Bolsonaro, e o PL, somando 186 deputados. Do outro lado, estariam partidos da base governista: além de União Brasil e PSD, legendas como MDB, PSB, PDT e Avante – cerca de 200 deputados. (Radar/Veja)

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