Na volta do feriado e último pregão da semana, o dólar acelerou para forte alta em meio ao enfraquecimento das commodities e aumento das apostas de corte nos juros dos Estados Unidos. (Foto ilustração)
Por volta de 13h15 (horário de Brasília), o dólar à vista (USDBRL) operava a R$ 5,4015, com alta de 1,18%. Na máxima intradia, a divisa atingiu R$ 5,4317 (+1,75%), na maior cotação desde agosto.
O movimento acompanhou a tendência externa. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com alta de 0,02%, aos 100.181 pontos.
Na semana, o dólar acumulou valorização de 1,97% ante o real.
O que mexe com o dólar?
As expectativas de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário nos Estados Unidos aumentaram nesta sexta-feira (21) e nortearam as operações de câmbio, em meio a novas declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA).
Em destaque, o presidente da unidade do Fed de Nova York, John Williams, afirmou que o BC ainda pode cortar os juros “no curto prazo”. (Liliane de Lia)

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