Natural de Caruaru, nascido em 22 de dezembro de 1951, faleceu aos 73 anos Carlos Lima (foto ilustração), neste domingo (24), pela manhã, em Feira de Santana. Eclético, aquele que é diverso, Carlos Lima começou como militar e chegou a Sargento do Exército Brasileiro na juventude. Aqui em Feira de Santana foi radialista, jornalista, escritor, comentarista esportivo, comerciante – dono de restaurante e livraria. Politicamente se auto denominou socialista, passando pelo MR – 8, PT, e dirigente do PPB, partido que elegeu Zé Falcão em 1996. Na religião chegou a ser Diácono e atualmente era Maçon. Membro da Academia Feirense de Letras, teve vários livros publicados. Esteve na Liga Feirense de Desportos. Como radialista acompanhou várias Copas do Mundo, fez noticiário jornalístico, passando pelas emissoras Rádio Sociedade de Feira e Rádio Povo. Ainda como jornalista tem muitos ensaios publicados e chegou a criar um jornal na cidade, na década de 1990, “A Notícia”. Polêmico, questionador, justo e crítico, Carlos Lima sempre foi uma figura discreta na relação, de pouca conversa e de vida simples. Amigo, verdadeiro e parceiro. Carlos Lima foi o responsável por eu estar na área da comunicação, quando me chamou para ser radialista, quando eu nem sabia que tinha essa vocação. Responsável direto pela minha iniciação no rádio, convivemos por oito anos no Jornal da Povo, na Rádio Povo. Daqui só lembranças e a certeza de que Carlos Lima estará no andar de cima ao lado do Criador. Grato amigo…
Jair Onofre de Souza
Bahia na Política

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