A Caravana Bahia Sem Fogo esteve, nesta quarta-feira (2), no município de São Desidério, dando continuidade às ações de prevenção e combate aos incêndios florestais na região Oeste da Bahia. Durante as atividades, a iniciativa reforçou a importância da atuação dos brigadistas voluntários, bombeiros civis e militares no enfrentamento das queimadas. (Foto ilustração)
Os bombeiros e brigadistas estão na linha de frente do combate ao fogo, desde os primeiros focos até os incêndios de grande proporção. A tenente Maiara, comandante da 1ª Companhia do Corpo de Bombeiros Militar em Barreiras, destacou o trabalho contínuo da corporação para minimizar os impactos das queimadas.
“Nós trabalhamos o ano inteiro, já se preparando para os incêndios florestais, que se intensificam no segundo semestre na região Oeste. O primeiro passo é a prevenção, por meio de palestras e capacitações como as que estamos promovendo aqui na Caravana. Além disso, temos formações específicas para bombeiros militares e especialistas em combate a incêndios florestais. Hoje, nosso maior desafio é o efetivo. Mesmo com a mobilização de bombeiros de toda a Bahia, ainda não conseguimos atender todas as ocorrências. Por isso, contamos com o apoio dos brigadistas, auxiliando na formação deles para que atuem de forma qualificada”, explicou.
Davi Araújo, chefe de esquadrão da brigada Pronto Emprego de Barreiras, que faz parte do Prevfogo, programa ligado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ressaltou a experiência dos brigadistas na região e os desafios enfrentados durante os combates ao fogo.
“Atuamos tanto na Bahia quanto em outras regiões do país onde somos solicitados. Aqui no Oeste, além do combate direto ao fogo, fazemos rondas preventivas e recuperamos áreas degradadas. Por sermos da região, conhecemos a topografia e conseguimos nos deslocar com rapidez. Temos pontos estratégicos de monitoramento, como o mirante na Serra da Bandeira, que nos permite identificar focos de incêndio e agir rapidamente para minimizar os impactos”, afirmou. (Ascom/Sema)

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