O prefeito de Água Fria, Renan de Ziza (foto ilustração), foi absolvido pela Justiça Eleitoral em ação que o acusava, junto ao vice-prefeito Everton Mascarenhas, de abuso de poder político e econômico durante as eleições municipais. A sentença foi proferida pela juíza Gabriela Santana Nunes Vosqui, da 74ª Zona Eleitoral de Irará, que julgou improcedente a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), por ausência de provas robustas e objetivas.
A ação havia sido inicialmente proposta pelo diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) e posteriormente assumida pelo Ministério Público Eleitoral. As acusações envolviam a suposta distribuição de brindes com identificação da campanha, uso político de redes sociais, doações de cestas básicas e organização de eventos com recursos públicos, que, segundo a petição inicial, teriam intenção eleitoreira. No entanto, o Ministério Público concluiu, após a instrução processual, que as provas apresentadas — como capturas de tela de redes sociais e vídeos — careciam de datação, contextualização e ligação direta com a campanha.
Durante o processo, os investigados alegaram que todas as ações descritas eram parte de programas sociais legítimos e sustentados por leis municipais. A defesa também questionou a validade das provas digitais, mas teve o pedido de nulidade indeferido. Ainda assim, o julgamento final reconheceu a fragilidade dos elementos apresentados, corroborando a manifestação do Ministério Público.
Com a improcedência da ação, Renan de Ziza mantém-se livre de qualquer sanção eleitoral, reforçando sua legitimidade nas urnas e encerrando o processo com julgamento de mérito.

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